Meio Ambiente, a próxima prioridade

Com as campanhas de vacinação em andamento e com uma perspectiva de controle da Pandemia, para os próximos meses, a agenda do Meio-Ambiente voltará a ser prioridade na Europa.

Tanto assim, que depois de muitas negociações em Bruxelas, os países membros decidiram que 40% dos gases deve ser reduzidos. Isso em comparação com o ano de 1990. A primeira etapa deverá ser concluída até 2030 com o objetivo de ser neutro, ou seja, não poluente até 2050.

Grande desafio

A grande desafio é construir uma economia, sem a dependência de emissão de gases, como o CO2. E aí começa-se a discutir a taxa de redução do dióxido de carbono. Um trabalho imenso e um grande desafio para os governos.

Aqui na Europa Central, a campanha para a conscientização para a preservação do Meio-Ambiente é antiga. Ganhou muita força com o Movimento “Friday For Future” de Greta Thunberg.

Tanto assim, que os Partidos Verdes europeus, ganharam várias cadeiras nas últimas eleições do Parlamento Europeu, em 2019. Aumentaram 23.

Isso também influenciou, as eleições austríacas* e pela primeira vez, os verdes fazem parte do governo, em coalizão com os conservadores.

Na Alemanha, com as várias eleições do Superwahl Jahr, incluindo as eleições gerais, em outubro, os verdes aparecem bem posicionados, a cada eleição e dificilmente estará de fora do próximo governo alemão

Brasil: E a Amazônia?

O Brasil perde muito ao não preservar a Amazônia. Parte disso deve-se à mentalidade tupiniquim da nossa elite política. Tudo para fazer politicagem e se perpetuar no poder.

Quanto investimento estrangeiro que o país perde e sem contar, o intercâmbio seja na economia e na ciência, que faria muito nós.

O papo de que a “Amazônia é nossa” só serve para oportunistas como foi ontem, com o #forasalles no Twitter.

Claro que o governo Bolsonaro e seu Ministro do Meio Ambiente são dois desastres nessa questão. Precisávamos já alterar essa política imediatamente. Até quando, Brasil?

Observação: O governo austríaco atual é composto pela coalizão entre os conservadores e os verdes. Na Alemanha, os verdes possuem 23,8% dos votos. Dificilmente estará fora do próximo governo na Alemanha