Contra-Vacina: Manifestações em Viena

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Manifestação Anti-Covid19
Umas das muitas manifestações Anti-Covid19, essa do começo do ano, quando a DricaRibas esteve.

No sábado, 22 de novembro houve uma manifestação robusta contra as medidas de contenção da Covid19 e a obrigatoriedade da vacina, em Viena. O protesto já estava programado pelo partido FPO – Freiheit Partei Osterreich, partido da ultradireita. Inclusive seu líder, Herbert Kickl não pode participar, por ele mesmo ser infectado pelo vírus da Covid19.

A DricaRibas já tinha estado em outras manifestações antes e tinha até pensado em ir para cobrir para o site. Mas, nos últimos dias haviam sinais, pelas redes sociais, de que se poderia ser agressivo, devido a participação dos grupos de extrema-direita. Ao mesmo tempo, com uma taxa de incidência altíssima, 1000 para cada 100 mil habitantes, não é exatamente recomendável, mesmo que eu seja vacinada.

De acordo com a imprensa local, as manifestações transcorreram de forma pacífica. De acordo com a polícia de Viena, houve 40 mil participantes, um número bastante alto. Os confrontos com a polícia foram com os movimentos de extrema-direita, muitos vindo de outros países da Europa, como Alemanha.

Mas, não somente o pessoal da extrema-direita participou. Muitos que aí estavam, era de pessoas totalmente desiludidas com o governo. Esse havia afirmado que a Pandemia tinha acabado no verão, pelo menos para os vacinados.

Muitos que perderam a sua existência, perderam seus empregos. Muitos que são contra a vacina, seja por motivos religiosos ou por qualquer resistência contra seu corpo, algo muito forte e altamente difundido pelo países de língua alemã.

Uns na manifestação, outros no shopping

Enquanto muitos descarregavam sua raiva na frente da sede do governo, no Heldenplatz, outros se entupiam nos Shoppings Center para fazer as compras de Natal, antecipadas. A previsão que lockdown dure até o 13 de dezembro, com a esperança de que situação nos hospitais, especialmente nas unidades de terapia intensivem melhorem.

Depois virá um capítulo ainda mais duro: convencer os cético da vacina contra a Covid19 a se vacinar. A partir do primeiro de fevereiro virá a obrigatoriedade da vacina no país.

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