A Intervenção Federal e os dedinhos nas feridas

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Antes de começar o nosso texto, eu gostaria de deixar bem claro uma coisa: espero que a Intervenção Federal no Rio de Janeiro dê certo, independente de questões ideológicas de direita ou esquerda. Afinal de contas, a população fluminense paga impostos e merece ter segurança.

Agora começando: A Intervenção Federal já deveria ter sido decretada faz tempo. Não que os militares resolverão o problema da violência no Rio. Desde que me lembro por gente, dos verões que passei aí, os militares sempre estiveram na rua nos momentos em que a violência ultrapassou os limites.

Se por acaso a Intervenção funcionar, logo em seguida, deve ser colocado em prática uma política de segurança pública com profissionais preparados, começando pela polícia. Sempre teve aquela discussão sobre uma possível junção entre a Polícia Civil e Polícia Militar. O mais importante é uma polícia unificada e especialmente com policiais ganhando um salário decente.

Depois, vamos falar do tráfego de drogas, raíz do problema da violência carioca. Lembram da “História do Luís”, a crônica que escrevi na semana passada. A venda de drogas é dinheiro fácil e que abastece a corrupção no estado e sem contar que também têm seu braço política, especialmente com a esquerda.

Aí, não podemos deixar de mencionar o ponto de vista do usuário. Quem compra cocaína não são os do morro, são os do asfalto. Não vamos começar aqui um discursso Poliana, até porque o uso de drogas reflete vários problemas da nossa sociedade. Aí, a necessidade de um política de prevenção de drogas. Mas, um ponto deve ficar claro: quem decide entrar para as drogas deve ter em mente que alimenta esse mercado de dinheiro fácil.

E por fim, uma política de inserção social. Vamos parar com essa história de que viver na favela é romântico. Não é! Segurança, Saúde, Escolas livre de ideologia, Mobilidade. Porque “todos” devem ser jogadores de futebol ou atrizes da Globo?

Claro, que todos esses passos não são fruto de um governo, não importa se de esquerda ou direita e sim de políticas duradouras de gerações. Vale a reflexão!

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